sexta-feira, 15 de março de 2013

Procuram-se escritores



Você gosta de cinema? Acha que entende um pouco sobre o assunto? Costuma escrever suas próprias opiniões (críticas\comentários\resenha, etc) sobre os filmes que vê?

Estamos à procura de interessados, preferencialmente que já exerçam o papel de “crítico”, seja formal ou informalmente, com textos já publicados em outros meios ou não, para se juntar a equipe do “Mundo dos Cinéfilos”, e contribuir para a disseminação dessa nobre arte, divulgando seus textos e propagando informações. Caso tenha interesse, contate-nos pela seção “fale conosco” ou pelo e-mail: omundodoscinefilos@gmail.com.


Lembramos que não há fins lucrativos. E que, para inscrever-se, é necessário o envio de um texto de sua própria autoria (formato doc., docx., ou pdf.), a partir do qual faremos um processo de avaliação.

3...2...1... Venha estrelar este filme conosco!


quarta-feira, 13 de março de 2013

Papa, o devoto protagonista. (Habemus Papam)





A vida, a arte, a verdade, a encenação, qual é mesmo a diferença?  Ás vezes tenho a impressão de que Shakespeare tinha toda razão, e que todos a minha volta são atores nesse grande palco que é o mundo. E hoje o protagonista é o personagem do Papa.

         Enfim, cansado de ouvir tanto sobre o mesmo assunto infernal, decidi resgatar uns antigos escritos aqui do blog, com a intenção de reafirmar essa ideia das encenações e gracejos por todos os cantos. Da sua casa à Roma. Da fumaça da sua chaminé à fumaça do Vaticano...

Aqui vai a crítica, escrita por Conde Fouá Anderaus  sobre o filme Habemus Papam:



 Em entrevista recente o cineasta Nanni Moretti fez uma crítica ao filme “O Artista” alcunhando-o de um filme fácil, no sentido de o ser uma obra menor em sua avaliação. Afirmou também que o júri do festival de Cannes seria mais sério que a Academia de Hollywood devido à rotatividade de seus membros (explica assim os prêmios obtidos pelo filme francês em cima de sua obra em solo europeu). Sem querer desmerecer “O Artista” e sem me alicerçar na explicação dada por Moretti pela não premiação ao menos de melhor ator por Piccoli (em comedida e genial composição) pelo seu Habemus Papam, tenho de concordar que a sua obra merece atenção por se direcionar sempre pelo caminho não fácil e cômodo.

Moretti teve o bom senso de optar pela elegância ao não ofender o credo religioso dos católicos ao retratar o Vaticano. Essa sutileza consiste em buscar as semelhanças que podem existir entre os retratados e todo aquele que se digne a assistir o filme. Apesar de sutil a engenhosidade do roteiro posta na tela de questões que não deixam de criticar algo que permanece estático em um mundo cada vez mais sujeito a mudanças. Sobretudo pelo fato do filme terminar da mesma forma que se iniciou, contradizendo o próprio título da obra. Magnífico final que pode desagradar alguns, mas que mostra quão grande é a visão sobre o objeto retratado feito por Moretti.

O diretor opta por iniciar seu filme em mostrando o ritual católico da escolha de um sucessor para o cargo de Pontífice supremo da Igreja. E aproveita para também lançar seu olhar para além da Igreja, de como a mídia já segura das respostas que virão, procura mostrar todo esse ritual como algo novo, sujeito a imprevistos (Veja a cena quando os cardeais se dirigem a Capela Sistina) caindo assim no ridículo do déjà vu.

Passado esses momentos (em outras ocasiões mostrar-se-á o diretor escancarando o vazio das coberturas jornalísticas na Itália – Crítica velada ao Império de Berlusconi?) de uma pompa visual, o diretor volta-se para o individual que existe em cada coletividade. Todos eles solicitam em pensamento que não caia sobre suas costas o peso de tal responsabilidade. É a partir daí que Moretti mostra a que veio. Humaniza uma figura que deveria permanecer divina. E o faz sem agredir de forma virulenta. Ele se limita a criar situações que faça com que pensemos qual será a solução encontrada, já que o que ocorre é bastante plausível e ninguém em sã consciência poderá negar que possa ocorrer. 

Imaginem um evento aguardado por todos. Uma mídia já sequiosa de ver o seu trabalho concluso, um público que nada mais faz que aguardar o momento de acenar para o papa eleito em mostrando assim sua fé, e a necessidade que possuem de serem guiados, mais do que contribuírem para ajudar a guiar . Um cardeal vem e anuncia que o conclave chegou ao fim. Todos aguardam a presença do eleito no Balcão e ... Nada. Apenas um grito, inaudível na praça de São Pedro, que vem das sombras, onde o Papa deveria aguardar o momento de sua aparição triunfal. O grito apenas corrobora o que já víamos. Ele se encontra estático, preso em si e a cadeira onde se sentara. Um pânico terrível se instala entre os “atores” que não sabem como improvisar, qual saída pode ser escolhida.

A justificativa dada ao público cai como uma luva. Lógico que é crível. É só nos lembrarmos dos discursos de posse dos últimos papas: “Sou apenas um obreiro da vinha do Senhor” (Bento XVI) ou a voz tonitruante de João Paulo II dizendo: “Abram todas as portas de vossas existências a Jesus Cristo”. Todos devem prestar continência a Deus (ou Jesus, já que para a Igreja são um só).

A partir daí se reforça a grande qualidade de Moretti. A mise em scène é fantástica e seu roteiro estimulante. O filme passa a nos fazer simpatizar com aqueles idosos que se livraram de uma grande responsabilidade. Alguns desejam sair daquele local e ir desfrutar de doces em Roma conduzidos por um que sabe onde encontrá-los. 

A chegada o psicanalista não conduz a obra a um embate simples entre a Ciência e a fé. Inserido dentro do vaticano o próprio Doutor nada pode realizar com seu conhecimento. Ele serve apenas reforçar a falta de confiança em algo. Não me parece ser alguém que acredita piamente na psicanálise. É o lúdico que ganha o local com a sua chegada. O torneio de voleibol é um achado, que nada mais faz que repicar naquele pátio toda a brincadeira inquiridora de Moretti: A fuga da Santidade que se perde em Roma, o guarda suíço que finge ser o papa, o Conselheiro ou Porta voz do Vaticano (Jerzy Stuhr em interpretação marcante) que se encontra sem saber o que fazer, os atores de teatro que se encontram sem rumo com a loucura de um dos pilares da peça que encenarão, a jovem que cede um celular para a santidade sem saber quem é, a bolsa de apostas sobre quem seria o sucessor, a consulta diante de todos os cardeais, as medicações utilizadas pelos cardeais, etc

Moretti parece querer valorizar cada pequeno ato do ser, cada pequeno gesto de nossa existência tem um significado. Não devemos nos prender apenas em uma possível recompensa futura. É preciso recompensar-se em cada momento. Tudo que nos rodeia pode ser santificado, desde que o queiramos fazer.

Habemus Papam é um filme que certamente descontentará aqueles que gostam de um humor rasteiro. Contudo tem tudo para agradar os mais exigentes, ainda que seja uma obra para ser vista muitas vezes. Apesar de parecer simples, o que chega a tela permite de várias reflexões. Um grande filme, mas que me perdoe Moretti, isso não torna “O Artista” um filme sem credenciais. Mas não seria injusto se Picolli e Dujardin tivessem dividido o prêmio em Cannes. Que grande interpretação. 

Escrito por Conde Fouá Anderaos

sábado, 9 de março de 2013

TOP 10 - Melhores Filmes de Cachorros




Todo o conhecimento, a totalidade de perguntas e respostas se encontram no cachorro.” (Franz Kafka)
Há muito tempo que os cães têm sido foco dos olhos e garras humanos. Desde há Grécia Antiga, havia filósofos que se preocuparam em estudar o comportamento canino, pois enxergavam nele uma espécie de virtude, de cujo aprendizado o próprio homem ainda carecia:
Este animal é capaz de realizar as suas funções corporais naturais em público sem constrangimento, comerá qualquer coisa, e não fará estardalhaço sobre em que lugar dormir. Os cães, como qualquer animal, vivem o presente sem ansiedade e não possuem as pretensões da filosofia abstrata. Somando-se ainda a estas virtudes, estes animais aprendem instintivamente quem é amigo e quem é inimigo. Diferentemente dos humanos, que enganam e são enganados uns pelos outros, os cães reagem com honestidade frente à verdade.”,  tal era o pensamento do excêntrico Diógenes. Compartilhando ou não de sua opinião, é inegável que temos muito o que aprender com os sábios cães.
Assim sendo, preparei uma lista pessoal, daqueles filmes de cães que costumam comover-nos tanto!
Eles são, em sua maioria, filmes bastante conhecidos, razão pela qual não preparei nenhuma descrição; que são facilmente encontráveis por aí... e a intenção, afinal, era apenas lista-los, como informação e recomendação para os leitores que se interessam pela temática.

Apenas alguns avisos devem ser feitos: quanto aos filme “Eu sou a Lenda”, é evidente que a história não é especificamente sobre o cachorro, mas dentro do universo fílmico o cachorro fiel torna-se uma figura essencial no companheirismo de “Will Smith”, no isolamento de um mundo pós-apocalíptico; diria até, torna-se seu maior laço, seu único convívio social, sem o qual talvez tivesse enlouquecesse; por isso, essa tamanha importância, quis colocá-lo na lista.
Quanto ao filme Umberto D (talvez um dos menos populares dentre os filmes deste Top), também não se trata da típica história do cão, mas, antes, da possibilidade um laço de amizade verdadeira, numa sociedade cruel e sem coração, na qual o pequenino cãozinho Flit é, sem sombra de dúvidas, o personagem mais humano. Dentre todos listados, é meu filme favorito; apenas não está liderando a lista pelo fato de não ser especificamente sobre o tema proposto, mas, desde já, deixo essa extraordinária dica de um belo filme, que deveria ser muito mais assistido.

É sempre bom repetir, pros desajuizados, que esta lista é estritamente pessoal, e que eu não estou reivindicando que minha mera opinião seja a verdade. É o meu gosto, simplesmente. Mas nós, como sempre, queremos saber sua opinião. Sinta-se à vontade para citar seus favoritos ou montar seu próprio “top dogs” nos comentários.


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1O - Como Cães e Gatos (Cats & Dogs, 2001)

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9 - Benji - Um Cão Desafia a Selva (Benji the Hunted, 1987)

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8 - Beethoven, O Magnífico (Beethoven, 1992)

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7 - Eu Sou a Lenda (I Am Legend, 2007)

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6 - Lassie (Lassie, 2005) -
[Considere-se aqui também a versão original, de 1994]
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5 - 101 Dálmatas (One Hundred and One Dalmatians, 1961)

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4 - Resgate Abaixo de Zero (Eight Below, 2006)

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3 - Marley e Eu (Marley & Me, 2008)

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2 - Umberto D. (Umberto D., 1952)

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1 - Sempre ao Seu Lado (Hachi: A Dog's Tale, 2009)

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quinta-feira, 7 de março de 2013

The Runaways - Garotas do Rock (A vida e o enigma: "Quem sou Eu?")



Inspirado desta vez pelo filme, “The Runaways - Garotas do Rock”, dirigido, em 2010, por Floria Sigismondi, cuja grande curiosidade é mesmo ver as aventuras das atrizes crescidinhas, Kristen Stewart e Dakota Fanning, em meio ao cenário confrontante e desregrado do Rock. A quem interessar a crítica do filme, pode conferi-la simplesmente clicando aqui mesmo...


Porém, desta vez, venho falar da vida. Quem não se lembra, por exemplo, da pequenina Dakota Fanning, aquela gracinha, um grãozinho de feijão que cabia na palma da mão, contracenando com Sean Penn, em “Uma Lição de Amor”? Para quem já a viu em algum filme mais antigo, de sua tenra infância, com aqueles olhões arregalados, que pareciam refletir um lindo mundo infantil e verdadeiro, é impossível vê-la neste papel, de “Cherie Currie”, e não refletir um pouco sobre as mudanças do tempo, os caminhos da vida, o sentido, a busca e a finitude.


A vida é muito simples...



Primeiro é o encanto da infância...

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Depois, numa rasteira cruel, vem o desencanto...

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Até que um dia, de tanto tombo, já não se tem asa nem casa, e não se sabe mais quem é.


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À princípio, tudo era tagarelice ingênua...

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Acredita-se nos contos-de-fada; no tal do amor...

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Aí então os sentimentos também se frustram, as faces das relações se revelam...

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E aos poucos, o dia vai amanhecendo noite; e vai morrendo toda a graça...

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Enfim, enterram-se os sonhos...
E preparamos nossos refúgios.

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quarta-feira, 6 de março de 2013

Um valente Chorão! (e "O Magnata")




Este é um recinto sobre cinema, eu sei. Falarei disso adiante. Todavia, aproveitarei o ensejo pra deixar aqui uma breve homenagem, pela morte desse personagem que fez a sua história. E nossas cortinas vermelhas de veludo estão fechadas. De luto.

Perde-se hoje um sujeito “responsa”, morreu misteriosamente o vocalista da banda Charlie Brown Jr.: Alexandre Magno Abrão, mais conhecido como “Chorão” (apelido advindo de seus tombos de skate na infância – que, mesmo chorando muito, não o tiraram de seguir perseverante o esporte que amava, até o fim), que, se não foi lá dos melhores músicos, técnica e virtuosamente falando, foi, sem dúvidas, um símbolo da contestação e valoração humana. Tem meu profundo respeito.

 E não é pelas musicas irritantes que ouvi, sem querer, nas rádios de tempos pra cá; mas por assumir uma postura irrequieta diante do mundo, não abrindo mão daquilo em que acreditava. Eu tive a oportunidade de estar presente em um de seus shows, e presenciei uma cena memorável, digna de nota e apreço...

Dois jovens, em meio à multidão avassaladora de espectadores, iniciaram uma briga entre si, durante a apresentação da banda Charlie Brown Jr. Chorão, muito atento à reação que suas palavras cantadas geravam nas feições humanas, notou rapidamente o conflito, e parou de cantar. Como não pudessem continuar sem ele, todos da banda logo silenciaram.

O vocalista, humildemente, dirigiu algumas palavras para os dois encrenqueiros: “aqui, no meu show, ninguém vem pra brigar!”, disse ele, dentre outras coisas importantes. E como condição para continuar a apresentação, exigiu, a seu modo bruto e ríspido e sincero, que “dessem o fora!”, finalizando o que tinha de ser dito com palavras de paz e respeito ao próximo.

Ganhou meus aplausos.


A banda, musicalmente, nunca foi muito do meu agrado. Mas o conteúdo de algumas de suas letras (nem tantas, né), essas merecem atenção. Seu linguajar puramente coloquial, palavreados de rua, os tais dos palavrões, não devem nunca ser entendidos como “erros de linguagem”, assunto que já tive oportunidade de discutir em outros textos. Ao meu ver, o errado mesmo é quando um fala e o outro não entende. Ou muito pior: tantos que são o oposto do que dizem; que falam “certo” mas fazem o “errado”. Hipocrisia e pedantismo que o cantor não cansou de pisotear:

“Otário, eu vou te avisar, o teu intelecto é de mosca de bar”.

Chorão tinha suas coisas para dizer, e as dizia a seu modo, ao modo que acreditava ser coerente com seu ser interior e ao modo que sabia que seria entendido. Fez questão de não se curvar para as regras gramaticais.  Queria mesmo era um bom “Papo Reto”!

Suas letras, poesias de quando em vez, se por acaso, não sei, já vi até em livros escolares e, acreditem, em livros acadêmicos importantíssimos de graduação dos estudantes de Linguística, de Letras, etc. Justamente como referência de uma expressão e comunicação que simplesmente não seguia as mesmas normas tradicionais, era outra variante da língua, nem pior nem melhor apenas por isso. Apenas diferente. E adequava-se ao que ele queria dizer; transmitia sua mensagem sem adornos, sem floreados. Eis um cara que não se contentou em ser mera parte do rebanho sistematizado, que não se queimou na fogueira da vaidade; um estilo de vida que não se acovarda, e que confronta,. É desse ponto de vista que vejo sua importância.  

“Eu não sei fazer poesia... Mas que se foda!!!
Eu odeio gente chique.
Eu não uso sapato.

Taí a mensagem.


Chorão e o Cinema!

O MAGNATA (2007)


Chorão também tentou experimentar-se em outras áreas, sentir outros ares, e isso é uma atitude nobre, temos que reconhecer. Em 2007, a partir de uma ideia própria, fez o roteiro e produziu um filme, “O Magnata”, adentrando-se assim em uma área absolutamente inédita para o músico até então.

Bem, a sua experiência e tentativa são válidas, é claro. Entretanto, sem querer ofender ninguém, já que é minha mera opinião pessoal, mas acreditando que os que me lêem possuem um mínimo de bom gosto, convenhamos, o filme é um completo fiasco.

 Creio que posso resumi-lo apenas em uma frase, uma alerta: “cuidado com o que se faz, que suas atitudes têm consequências...blábláblá”. Esse é o tom do discurso. Ainda se fosse só isso, só que minimamente bem feito. O que mais posso dizer dessa coisa medonha? Cenas feiosas, tudo muito idiota, forçadíssimas, de dar nó na espinha.

Admito, fico até um pouco enojado de falar desse filme mequetrefe. E aquele ator, o principal, aquilo não foi pavoroso?  Melhor eu ir parando por aqui, que estou ficando irritado pelas lembranças grotescas e o meu tempo perdido ao assisti-lo corajosamente até o fim. Não vou me alongar sobre o filme. Mas aconselho veementemente que mantenham toda a distância do mundo!!!
                                      
                                                                  ***

Que esse filme não macule impiedosamente sua memória. Lembremo-nos apenas do Chorão bem-intencionado, contestador, obstinado, completamente louco, mas um louco consciente.

Que em paz, descanse.

Fotos de Scarlett Johansson ao longo dos anos



Hoje teremos uma postagem não tão usual nesse nosso mundo cinéfilo. Incitado (veja lá, hein; que eu disse “incitado” e não “excitado”!) pela contemplação da nossa querida Scarlett Johansson, que chega agora às telonas no filme “Hitchcock”, que retrata um pouco desse grande, enorme diretor; afinal eu nunca tinha imaginado Scarlett na pele da personagem Janet Leigh, do clássico “Psicose”, algo que, aos meus olhos, encaixou-se maravilhosamente bem. Mas desta vez não vim falar do filme em si, mas sim dos traços e traçados da carreira dessa atriz, uma joia rara na nossa atual Hollywood; acompanhemos então sua mamelonar trajetória ao longo dos anos, com alguns de seus papéis em filmes. Dos acertos às presepadas, enfim, das curvas que o destino lhe reservou ao passar dos anos; desde sua primeira aparição.

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O Anjo da Guarda (1994)
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Justa Causa (1995)
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Lado a Lado com o Amor (1996)
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Esqueceram de Mim 3 (1997)
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O Encantador de Cavalos (1998)
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Pig - Uma Aventura Animal (1999)
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O Homem Que Não Estava Lá (2001)
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Ghost World - Aprendendo a Viver (2001)
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Malditas Aranhas! (2002)
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Encontros e Desencontros (2003)
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Nota Máxima (2004)
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Uma Canção de Amor para Bobby Long (2004)
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Bob Esponja - O Filme (2004)
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Ponto Final - Match Point (2005)
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A Ilha (2005)
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Scoop - O Grande Furo (2006)
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Dália Negra (2006)
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O Diário de uma Babá (2007)
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Vicky Cristina Barcelona (2008)
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The Spirit - O Filme (2008)
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Ela Não Está Tão a Fim de Você (2009)
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Homem de Ferro 2 (2010)
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Compramos um Zoológico (2011)
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The Avengers - Os Vingadores (2012)
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Hitchcock (2012)
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Um Pouco Mais? Então aqui vai mais alguns memoráveis momentos de Scarlett Johansson




Scarlett em ensaio fotográfico: "eu conheço meus melhores ângulos."
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Incrível como até mesmo um esbofetear vindo do Woody Allen fica bacana!
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Penélope Cruz e Scarlett Johansson num afetuoso beijo.
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 Termino, nesse tom, minha singela homenagem a essa nossa querida atriz.

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