quarta-feira, 29 de junho de 2011

As 50 maiores estrelas do cinema

O vídeo a seguir mostra as 50 maiores estrelas do cinema, segundo a AFI (american film institute). A lista separa os 25 maiores atores, e as 25 maiores atrizes da história, mostrados simultaneamente neste vídeo. Confira:





quarta-feira, 22 de junho de 2011

Top 10: Stanley Kubrick

Stanley Kubrick foi um dos melhores (talvez o melhor) diretores de todos os tempos. Listo aqui aqueles que em minha opinião são seus 10 melhores filmes (grande parte de sua obra aparece aqui, visto que Kubrick fez apenas 16 filmes, 13 longas e 3 curtas. O critério para a escolha foi apenas o meu gosto pessoal. Confira:


10º Barry Lyndon (1975). Protagonizado por Ryan O’Neal, o filme mostra a ascensão e posteriormente o declínio de um jovem irlandês na aristocracia britânica. Destaque para a belíssima fotografia. Vencedor de 4 Oscar.


Nascido para Matar (1987). Um dos melhores filmes já feitos sobre a guerra do Vietnã. A primeira (e mais genial) parte do filme mostra a preparação dos jovens para ir à guerra, e a segunda foca na batalha. Especialmente na primeira parte podemos ver como a guerra destrói a vida de quem está nela. Penúltimo filme de Stanley Kubrick.


O Grande Golpe (1956). Um dos primeiros filmes a mostrar as cenas fora de ordem cronológica, influenciando mais tarde vários outros cineastas. Mostra criminosos que armam um plano para roubar 2 milhões de dólares de um Hipódromo. A inovação na forma de narrativa lançou Kubrick como um dos diretores mais promissores da época.


Lolita (1962). Com James Mason e Peter Sellers. Pedofilia e obsessão sexual são tratadas de forma perfeita por Kubrick. Um professor se apaixona pela jovem Lolita, que mexe com a cabeça dos homens mais velhos. Para ficar perto da menina, ele casa-se com a mãe dela. A obsessão é tanta, que pessoas perdem a vida por causa dela.


Spartacus (1960). Com Kirk Douglas e Laurence Oliver. Épico que mostra a história de Spartacus, um escravo que liderou uma rebelião contra o império romano, ao lado de pessoas que buscavam apenas a liberdade. Vencedor de 4 Oscar.


Glória feita de Sangue (1957). Um dos maiores filmes anti-guerra da história. Foca não nos heróis, mas nos covardes que participam da guerra, e na morte de inocentes. Grande atuação de Kirk Douglas.


O Iluminado (1980). Baseado na obra de Stephen King. Jack Nicholson (em uma das melhores atuações da história) interpreta Jack Tottance, um homem que passa meses isolado em um hotel ao lado da mulher e do filho. Após acontecimentos estranhos no hotel, Jack passa a perseguir e tentar matar sua família.


Dr. Fantástico (1964). Comédia de humor negro que mostra a paranóia na época da guerra fria. Protagonizado per Peter Sellers (que interpreta 3 personagens) e George C. Scott. Um general arma um plano para bombardear a Rússia sem autorização. Enquanto os aviões seguem rumo ao alvo, os senhores da guerra discutem seus interesses políticos.


2001: Uma odisséia no espaço (1968). Um dos filmes mais geniais e inteligentes de todos os tempos. O filme, que em sua maior parte não tem diálogos (apenas imagens e uma belíssima trilha sonora) aborda temas como evolução do homem, inteligência artificial, infinidade do universo e a idéia de tempo. Segundo Arthur C. Clarke (co-roteirista do filme) o objetivo era deixar o expectador com mais perguntas do que respostas, por isso cada pessoa pode ter um entendimento diferente sobre o filme.


Laranja Mecânica (1971). Um dos filmes mais populares da história, Laranja Mecânica mostra a vida de Alex DeLarge (Malcolm McDowell, em uma das melhores atuações da história), um jovem violento que agride, rouba, estupra e mata. Depois de ser preso, Alex passa por um novo tratamento que promete deixá-lo incapaz de ser violento. O filme chegou a ser censurado e proibido em vários países por causa das cenas de estrema violência e das cenas de nudez. A genialidade de Stanley Kubrick na direção faz desse um dos melhores filmes de todos os tempos.



sábado, 18 de junho de 2011

Filmes que já foram a maior bilheteria do cinema

Lançado em 2009 o filme Avatar se tornou a maior bilheteria do cinema, desbancando o então recordista Titanic. Mas antes desses filmes chegarem ao topo, você sabe que outros filmes já foram a maior bilheteria do cinema? Confira na lista a seguir:

E o vento levou (1939). Foi por mais de 30 anos a maior bilheteria do cinema. E hoje só perde esse posto devido ao aumento no preço dos ingressos, pois em número de pessoas que foram ao cinema assistir ao filme (embora seja impossível determinar o número exato), continua sendo um dos grandes sucessos da história. Em bilheteria, ocupa hoje a 168ª posição, com 390,5 milhões de dólares.


Tubarão (1975). Desbancou E o vento levou do topo entre as maiores bilheterias, porem ficou pouco tempo no 1º lugar. Hoje ocupa a 92ª posição, com 470,6 milhões de dólares.


Guerra nas Estrelas (1977). Hoje conhecido como Star Wars episódio IV: Uma nova esperança. Tirou Tubarão do 1º lugar, e permaneceu no topo por mais de 20 anos. Hoje tem a 28ª maior bilheteria, com 797,9 milhões de dólares.


Jurassic Park: O Parque dos dinossauros (1993). Outro filme de Steven Spielberg a chegar ao topo das bilheterias. Desbancou Guerra nas Estrelas do 1º lugar. Hoje ocupa a 15ª posição, com 919,7 milhões de dólares.


Titanic (1997). Primeiro filme a ultrapassar a marca de 1 bilhão de dores de bilheteria. Desbancou Parque dos dinossauros do 1º lugar e permaneceu como maior bilheteria do cinema por 12 anos. Hoje ocupa o 2º lugar, com 1.835.300.000 arrecadados.


Avatar (2009). Atualmente o líder do ranking. James Cameron deixou de ter apenas a maior bilheteria, e passou a ter as duas maiores. Único filme a romper a marca de dois bilhões de dólares arrecadados, chegado a 2.781.505.847. Quanto tempo será que Avatar vai reinar o 1º lugar?



Observações importantes:

1 - A Lista considera apenas os filmes lançados após 1939, pois antes disso as fontes não são definitivas.

2 – Maior bilheteria refere-se ao dinheiro arrecadado nos cinemas em valores atuais, não considerando a inflação.



sexta-feira, 3 de junho de 2011

Crítica: Piratas do Caribe – Navegando em águas misteriosas

Jack Sparrow está de volta. O pirata mais famoso do cinema retorna no quarto filme de Piratas do Caribe, uma das franquias de maior sucesso em todos os tempos. Piratas do Caribe – Navegando em águas misteriosas é um recomeço, com novo diretor e novos personagens.

Rob Marshall (Chicago) assumiu a direção, substituindo Gore Verbinski, que havia dirigido os três filmes anteriores. Poucos personagens foram mantidos: Gibbs (Kevin McNally), Barbossa (Geoffrey Rush), alem da alma do filme Jack Sparrow (Johnny Depp) e de mais uma participação de Keith Richards como pai de Jack. As principais mudanças no elenco foram às saídas de Orlando Bloom e Keira Knightley e a entrada de Penélope Cruz, interpretando Angélica, uma mulher que no passado se envolveu com Jack.

Piratas do Caribe – No fim do mundo termina com Jack Sparrow em seu barco com o mapa para a fonte da juventude, e é essa a história do quarto filme, a busca de Jack pela fonte. De início o filme mostra o que aconteceu com Jack, Barbossa e Gibbs, e trata de logo incluir Angélica e seu pai, o pirata barba negra, na trama. Este inicio é um pouco morno, sem grandes cenas, porem é necessário para situar o espectador sobre a história.

Enquanto Piratas do caribe - No fim do mundo havia custado 250 milhões de dólares, o orçamento de Navegando em águas misteriosas foi de “apenas” 150 milhões. Essa grande redução no orçamento fica nítida no filme, pois foi diminuído o número de cenas com efeitos visuais em comparação com o filme anterior. Alem disso não há qualquer cena de batalhas entre navios em alto mar (o que faz um pouco de falta). Outra coisa que fez falta ao quarto filme da franquia foi à ausência de bons personagens coadjuvantes, característica dos filmes anteriores.

Vamos às coisas boas. Depois de um começo mediano, o filme melhora e muito. E isso acontece a partir da entrada das sereias na história. Antes de chegar à fonte da juventude, é necessário pegar uma lágrima de sereia, pois só assim o ritual da fonte poderia ser concretizado. As sereias do filme são ao mesmo tempo lindas, meigas e mortais, e são sem dúvida a grande inovação da história. Particularmente a cena em que elas aparecem pela primeira vez é muito boa, uma das melhores do filme. Daí pra frente o filme ganha em ação, romance e humor.

Johnny Depp Continua muito bem como Jack, seu mais importante personagem, principalmente quando se junta em cena com Geoffrey Rush, outro que continua bem na franquia. A dupla é responsável pelas melhores e mais engraçadas cenas do filme. Penélope Cruz teve uma participação regular, podendo melhorar muito em uma possível sequencia. Já o diretor Rob Marshall ficou abaixo das expectativas, deixando o nível da franquia cair um pouco.

Piratas do Caribe – Navegando em águas não é tão bom quanto A maldição do pérola negra e O Baú da morte. Ainda assim, os fãs do pirata Jack Sparrow poderão mais uma vez rir com suas aventuras. Além disso, o final do filme da indícios de que teremos um ótimo quinto filme. É esperar para ver.