segunda-feira, 25 de abril de 2011

Cartazes de filmes em versões pictograma

Pictogramas são desenhos figurativos, como dos bonequinhos que aparecem nas placas dos banheiros masculinos e femininos, e também em diversas placas de trânsito. Usando estes símbolos, o designer sueco Viktor Hertz recriou diversos cartazes de filmes. O resultado deste trabalho você confere nas imagens abaixo, ou no site de Viktor Hertz.



'Taxi Driver' by Viktor Hertz

'Inglourious Basterds' by Viktor Hertz

'The Exorcist' by Viktor Hertz

'Inception' by Viktor Hertz

'Irreversible'  by Viktor Hertz

'Jaws' by Viktor Hertz

'Magnolia' by Viktor Hertz

'One flew over the cuckoo's nest'  by Viktor Hertz

'Leaving Las Vegas' by Viktor Hertz

'Point Break' by Viktor Hertz

'Jackass: The Movie' by Viktor Hertz

'Up' by Viktor Hertz

'Up in the air' by Viktor Hertz

'Spider-Man' by Viktor Hertz

'Rosemary's baby' by Viktor Hertz

'Thank you for smoking' by Viktor Hertz

'There will be blood' by Viktor Hertz

'Fahrenheit 451' by Viktor Hertz

'Boogie nights' by Viktor Hertz

'Blood Diamond' by Viktor Hertz

'Devil' by Viktor Hertz

'The Matrix' by Viktor Hertz

'Tron' by Viktor Hertz

'The Road' by Viktor Hertz

'Sunshine' by Viktor Hertz

'Waterworld' by Viktor Hertz

'Psycho' by Viktor Hertz


terça-feira, 19 de abril de 2011

Kubrick Show: A arte de Carlos Ramos

No ano passado foram publicadas neste blog algumas imagens da exposição de obras do desenhista Carlos Ramos chamada de "Kubrick Show", baseada no filmes do cineasta Stanley Kubrick, um dos melhores e mais importantes diretores de todos os tempos. Desta dez a postagem mostra a obra completa, com desenhos inspirados em filmes como Laranja Mecânica, 2001 uma odisséia no espaço, O Iluminado, De olhos bem fechados e outros. Confira:



Clique sobre as imagens para visualizar em tamanho ampliado

Cheers to the davotchka
"Laranja mecânica"


the vision of Humbert Humbert
"Lolita"


Moloko plus
"Laranja mecânica"


H9
"2001: Uma odisséia no espaço"


Dr. Strangelove
"Dr. Fantástico"


What's in room 237?
"O Iluminado"


the monolith
"2001: Uma odisséia no espaço"


the death of cat lady
"Laranja mecânica"


Alice Harford
"De olhos bem fechados"


What is the password
"De Olhos bem fechados"


the death of Frank Poole
"2001: Uma odisséia no espaço"


There's been a terrible accident
"Laranja mecânica"


Hilton: Space station 5
"2001: Uma odisséia no espaço"


Daisy Daisy
"2001: Uma odisséia no espaço"


For those about to die...
"Spartacus"


...and beyond the infinite
"2001: Uma odisséia no espaço"


The Sodness and the Splendor
"Barry Lyndon"


Visions of Jupter
"2001: Uma Odisséia no Espaço"


Forever and ever
"O Iluminado"


the Overlook
"O Iluminado"


terça-feira, 12 de abril de 2011

Indicados ao grande prêmio do cinema brasileiro


Foram divulgados pela academia brasileira de cinema os indicados ao grande prêmio do cinema brasileiro, que premia os melhores filmes de 2010. A premiação, equivalente ao Oscar do Brasil, ocorre no dia 31 de maio. O destaque entre os indicados foi o mega sucesso Tropa de Elite 2, com um total de 16 indicações. Você pode ajudar a eleger os vencedores, já que as categorias de melhor filme, melhor filme estrangeiro e melhor documentário terão dois vencedores, um pelo voto da academia, e um pelo voto popular. Para mais informações ou para votar acesse o site da academia. Confira os indicados.


Melhor Filme
5 x Favela, Agora por Nós Mesmos
Chico Xavier
As Melhores Coisas do Mundo
Olhos Azuis
Tropa de Elite 2
Viajo porque Preciso, Volto porque Te Amo


Melhor Documentário
Dzi Croquettes
O Homem que Engarrafava Nuvens
José e Pilar
Uma Noite em 67
Rita Cadillac – A Lady do Povo


Melhor Filme infantil
A Casa Verde
Eu e Meu Guarda-Chuva
High School Musical – O Desafio


Melhor Direção
Daniel Filho, por Chico Xavier
José Joffily, por Olhos Azuis
José Padilha, por Tropa de Elite 2
Karim Ainouz e Marcelo Gomes, por Viajo porque Preciso, Volto porque Te Amo
Laís Bodanzky, por As Melhores Coisas do Mundo


Melhor Atriz
Alice Braga, por Cabeça a Prêmio
Christiane Torloni, por Chico Xavier
Glória Pires, por Lula, o Filho do Brasil
Ingrid Guimarães, por De Pernas pro Ar
Marieta Severo, por Quincas Berro D’Água


Melhor Ator
Ângelo Antônio, por Chico Xavier
Chico Diaz, por O Sol do Meio-Dia
Marco Nanini, por O Bem Amado
Nelson Xavier, por Chico Xavier
Paulo José, por Quincas Berro D’Água
Wagner Moura, por Tropa de Elite 2


Melhor Atriz Coadjuvante
Cassia Kiss, por Chico Xavier
Denise Fraga, por As Melhores Coisas do Mundo
Elke Maravilha, por A Suprema Felicidade
Leandra Leal, por Insolação
Roberta Rodrigues, por 5x Favela, agora por nós mesmos
Tainá Muller, por Tropa de Elite 2


Melhor Ator Coadjuvante
André Mattos, por Tropa de Elite 2
André Ramiro, por Tropa de Elite 2
Caio Blat, por As Melhores Coisas do Mundo
Cassio Gabus Mendes, por Chico Xavier
Hugo Carvana, por 5x Favela, agora por nós mesmos
Irandhir Santos, por Tropa de Elite 2


Melhor Direção de Fotografia
Lula, o filho do Brasil
A suprema felicidade
Tropa de Elite 2
Chico Xavier
Quincas Berro D’Água


Melhor Direção de Arte
Quincas Berro D’Água
As Melhores Coisas do Mundo
Chico Xavier
Lula, o Filho do Brasil
Tropa de Elite 2


Melhor Figurino
Eu e Meu Guarda-Chuva
Chico Xavier
O Bem Amado
Tropa de Elite 2
Quincas Berro D’Água


Melhor Maquiagem
Eu e Meu Guarda-Chuva
Lula, o filho do Brasil
O Bem Amado
Quincas Berro D’Água
Tropa de Elite 2
Chico Xavier


Melhores Efeitos Visuais
Tropa de Elite 2
Nosso Lar
Quincas Berro D’Água
Eu e Meu Guarda-Chuva
Chico Xavier


Melhor Roteiro Original
Tropa de Elite 2
Muita Calma Nessa Hora
5x Favela, Agora por Nós Mesmos
Viajo porque Preciso, Volto porque Te Amo
As Melhores Coisas do Mundo
De Pernas pro Ar
Olhos azuis


Melhor Roteiro Adaptado
Eu e Meu Guarda-Chuva
O Bem Amado
Os Famosos e os Duendes da Morte
Chico Xavier
Quincas Berro D’Água


Melhor Edição
As Melhores Coisas do Mundo
Tropa de Elite 2
Chico Xavier
Viajo porque Preciso, Volto porque Te Amo
5x Favela, Agora por Nós Mesmos


Melhor Edição de Documentário
Utopia e Barbárie
José e Pilar
O Homem que Engarrafava Nuvens
Uma Noite em 67
Dzi Croquettes


Melhor Som
Nosso Lar
Quincas Berro D’Água
Tropa de Elite 2
As Melhores Coisas do Mundo
Chico Xavier


Melhor Trilha Sonora
Quincas Berro D’Água
As Melhores Coisas do Mundo
A Suprema Felicidade
5x Favela, Agora por Nós Mesmos
O homem que Engarrafava Nuvens


Melhor Trilha Sonora Original
José e Pilar
Dzi Croquettes
Chico Xavier
Olhos Azuis
Tropa de Elite 2


Melhor Curta de Ficção
Alguém Tem que Honrar esta Derrota
Avós
Ensaio de Cinema
Eu Não Quero Voltar Sozinho
Recife Frio


Melhor Curta de Documentário
Ave Maria ou Mãe dos Sertanejos
Dois Mundos
Faço de Mim o que Quero
Geral
Urbe


Melhor Curta de Animação
Os Anjos do Meio da Praça
Bonequinha do Papai
Eu Queria ser um Monstro
Menina da Chuva
Tempestade


Melhor Filme Estrangeiro
A Fita Branca, de Michael Haneke
A Origem, de Christopher Nolan
O Pequeno Nicolau, de Laurent Tirard
A Rede Social, de David Fincher
O Segredo dos Seus Olhos, de Juan José Campanella


quarta-feira, 6 de abril de 2011

Referências a filmes de Alfred Hitchcock em Os Simpsons

Existem muitas referências a filmes no seriado os Simpsons, inclusive você pode conferir aqui diversas imagens que mostram isso. No caso especifico dos filmes de Alfred Hitchcock, filmes como Janela Indiscreta, Psicose, Intriga Internacional, Um Corpo que cai e Os Pássaros já apareceram na série. Confira aqui um vídeo mostrando os momentos em que essas referências apareceram.


sábado, 2 de abril de 2011

Esboços de Frank Gehry


Que o cinema (sobretudo o americano) é cada vez mais uma indústria nas vias de fato, todos já estão carecas de saber. Produzindo filmes em uma escala que deixaria os ingleses do século XIX se roendo de inveja, e claro, sempre visando o lucro acima de qualquer coisa, como em qualquer bom sistema capetalista, o mercado norte-americano parece apresentar cada vez menos oportunidades para um cinema mais autoral e menos industrial. Comendo nessa borda, surge Esboços de Frank Gehry, um filme que concilia autor e produtor de uma maneira um tanto quanto interessante Primeira observação a ser feita é que tal filme se trata de um documentário. Óbvio, você pode pensar, mas tomando em consideração o momento histórico (2005) no qual o filme está inserido, isso se torna um pouco mais complexo.


Logo após o sucesso comercial de filmes como Tiros em Columbine e Fahreinheit 11/9 (ambos de Michael Moore) e A Corporação, as produtoras americanas começam a prestar mais antenção em um mercado que até então era quase que desprezado, se resumindo a filmes de circuito totalmente alternativo, filmes exclusivos de festivais e documentários-propaganda da Discovery. Logo surgiria um boom de documentários com tramas mais interativas e que usassem uma linguagem mais popular, que dialoga diretamente com o grande público. Aqui podemos inserir obras como A Marcha dos Pinguins ou A Enseada.


No meio dessa história, surge a idéia de se fazer um documentário sobre um dos arquitetos mais consagrados e admirados dos últimos anos: Frank Gehry. Uma idéia de produtores, que precisavam de um diretor para conduzi-la. Gehry recomenda um amigo que fez alguns filmes por aí, porém tal amigo nunca havia dirigido um documentário (nem sabia como fazê-lo) e tampouco possuia conhecimentos sobre arquitetura. No fim das contas, Esboços de Frank Gehry acabou sendo o último filme do sujeito, conhecido como Sydney Pollack.


Volte no tempo e lembre daquela aula, lá no ensino fundamental, quando a sua professora de artes (ou educação artística, como era conhecido) te ensinou que existem sete artes, e que arquitetura era uma delas. Caso você não estivesse extremamente distraído pensando em qualquer bobagem ou ocupado em tocar o terror na sala de aula, você certamente teria se questionado porquê constuir casas seria uma arte. É isso que o filme de Pollack se propõe a responder.


Em pouco mais de 80 minutos, é traçado um panorama artístico definitivo de Frank Gehry, retratando a forma com que ele interage com suas obras, seu trabalho, sua família e seus amigos. É documentado o processo de criação do arquiteto, suas influências (sobretudo a de Alvar Aalto) e os acontecimentos de sua vida que o levaram a essa profissão. Porém, o filme acaba ultrapassando essas barreiras e se torna uma espécie de biografia involuntária do, agora sem dúvidas, artista.


Embora apresente um tratamento de imagem bem precário, que deixa o filme com um aspecto de filme caseiro feito sem qualquer tipo de direção de fotografia, o maior problema do filme é outro. Pollack parece, em vários momentos, muito mais interessando em fazer um tributo ao amigo do que um documentário sobre o mesmo. Vemos constantemente sua admiração profunda tomar conta da tela e tentar se inserir no âmago do espectador, tornando o filme praticamente um catálogo cinematográfico de um arquiteto, uma propaganda. Esboços de Frank Gehry acaba se mostrando um Maggie's Center de Pollack para Gehry, com a diferença de que este está vivo.