domingo, 29 de agosto de 2010

10 filmes dos anos 50

Essa lista é uma opinião extremamente pessoal. Não tem como objetivo ser um retrato da realidade, mas sim expressar a minha humilde opinião. Certamente você discordará dela, desse modo, fica o espaço para você criar seu próprio Top 10 Anos 90 nos comentários.

1.
A Malvada (Obra-prima de Joseph L. Mankiewicz, conta a história de Eve Harrington (Anne Baxter) e como ela chegou ao estrelato às custas da fama de Margo Channing (Bette Davis), fazendo assim uma crítica à hipocrisia da indústria cinematográfica hollywoodiana. Recordista de indicações ao Oscar, com 14 indicações, sendo 5 delas nas categorias de atuação para Anne Baxter, Bette Davis, George Sanders, Thelma Ritter e Celeste Holm)


2.
Crepúsculo dos Deuses (Norma Desmond (Gloria Swanson) é uma ex-estrela de filmes mudo que entrou em decadência. Ela vive em sua casa com seu mordomo Max von Mayerling (o grande diretor Erich von Strohein), até que ela recebe a visita do roteirista Joe Gillis (William Holden) que ela convoca para escrever o roteiro que a levaria ao estrelato e seria dirigido por Cecil B. DeMille (interpretado por ele mesmo, numa participação mais que especial))


3.
Onde Começa o Inferno (John Wayne, Dean Martin, Ricky Nelson e Walter Brennan formam o grupo policial que tem a missão de proteger uma pequena cidade nesse faroeste de Howard Hawks que conta também com a maravilhosa Angie Dickinson. Um dos faroestes mais divertidos e empolgantes já feito)


4. Sindicato de Ladrões (Obra-Prima de Elia Kazan, conta a história de um ex-boxeador que agora trabalha como estivador, mas que ao provocar involuntariamente a morte de um colega, passa a lutar contra o sistema em que vive. Uma obra magnífica sobre redenção passada no submundo dos portos)


5.
Juventude Transviada (Ícone de toda uma geração, essa obra de Nicholas Ray ajudou a estabelecer a figura com a qual James Dean ficaria conhecido a partir de então. Natalie Wood e Sal Mineo brilham à parte aqui. Uma obra influente e marcante, que mostra como o cinema adolescente um dia já foi bom)


6.
Quanto Mais Quente Melhor (Considerada a melhor comédia de todos os tempos pelo American Film Institute, esse filme de Billy Wilder conta a história de dois músicos que testemunham um massacre e para fugir dos mafiosos, se vestem de mulher e entram em um grupo de musica feminino que irá se apresentar em Miami, em uma conveção de mafiosos. Ganhou uma pseudo-homenagem infinitamente inferior intitulada As Branquelas)


7.
Cantando na Chuva (Um dos musicais mais conhecidos de todos os tempos, retrata a transição do cinema mudo para o cinema falado. Don Lockwood e Lina Lamont são dois astros do cinema mudo, porém a voz de Lamont é horrível. Quando da necessidade de transpor para o cinema falado, Lamont passa a ser dublada por Kathy Selden, por quem Lockwood se apaixona)


8.
Acossado (Primeiro filme do até então apenas crítico Jean-Luc Godard e uma das obras mais importantes da Nouvelle Vague, Acossado é um thriller sobre um ladrão de bancos que vai à casa de uma mulher e passa a viver de pequenos delitos. Um filme que, à primeira vista pode parecer simples demais, mas que, tal como um bom vinho, quanto mais envelhece (na cabeça de quem o assistiu), melhor fica)


9.
Rastros de Ódio (Considerado por alguns o maior faroeste de todos os tempos e a obra-prima de John Ford, Rastros de Ódio conta a história de um homem (John Wayne), cuja família fora dizimada por índios e que parte em uma jornada em busca de vingaça. Embora peque ao tratar índios como pessoas más, ainda é um excelente filme)


10.
Disque M Para Matar (Com um estilo bem teatral, Disque M Para Matar conta de história de um homem que elabora um complexo plano para matar sua esposa, mas um incidente acaba fazendo com que ele tenha de encontrar outra solução rapidamente. Embora eu não seja lá muito fã do diretor, foi o Hitchcock que mais me agradou até hoje)

Um comentário:

jamile disse...

ótima lista, essencial.